“A música está muito perto do meu coração, porque explora um sentimento, acho que todos sabemos. O medo do abandono e a dor de desejar alguém que já está se afastando”, diz Khevna. “Eu queria capturar essa vulnerabilidade crua e colocá -la em um ritmo que parece como desejo e libertação. É uma faixa para a qual você pode chorar e dançar”, acrescentou.
Nascida na Índia e agora com sede em Lagos, na Nigéria, Khevna sempre usou sua música para transformar a emoção em arte. Ela combina letras hindi e inglês com texturas de alma indie, criando um som de gênero fluido que parece uma nota de voz privada ou uma entrada de diário definido para melodia. Com lançamentos anteriores como ANKAHI BAATEINAssim, Pehli Baar e Saari Saari Raatela construiu uma discografia que explora sem medo, o caos emocional, a tensão romântica e a auto-transformação.
Sozinho é um produto da jornada de Khevna para a cultura afro, inspirada em suas experiências e colaborações em Lagos. É uma prova de sua capacidade única de quebrar barreiras culturais, convidando os ouvintes a sentar -se com sua verdade e encontrar um lar em seu som.
A jornada de Khevna para uma carreira musical em tempo integral tem sido uma queimadura lenta, começando com o treinamento na música clássica indiana quando criança e, eventualmente, levando-a ao Instituto de Músicos de Los Angeles. Desde seu single de estréia Faasle Em 2023, ela está expandindo seu tijolo de som por tijolo.
Khevna’s Sozinho está disponível agora em todas as principais plataformas de streaming.
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