Os documentos do caso Jeffrey Epstein citam membros de duas famílias reais europeias. De acordo com os arquivos divulgados até agora pela Justiça norte-americana, o príncipe Andrew do Reino Unido, irmão mais novo do rei Charles, teria abusado de uma menor de idade. Ele inclusive perdeu o título da realeza — ou seja, deixou de ser príncipe, por conta da repercussão do caso. A esposa de Andrew, a duquesa Sarah Ferguson, também é implicada nos documentos: ela chegou a ter dívidas pagas por Epstein.
Agora, outra aristocrata foi citada nos arquivos: Mette-Marit, a princesa-herdeira da Noruega. Os e-mails não mostram nenhuma atividade criminosa por parte dela, mas demonstram que as relações entre a princesa e Epstein eram bem próximas. A troca de mensagens revela que eles se mantiveram próximos mesmo depois da primeira condenação de Epstein, ainda em 2008. A versão oficial era de que ela não sabia da extensão dos crimes pelos quais Jeffrey Epstein havia sido condenado.
E isso ainda vem em um momento que um caso à parte acontece: o filho da princesa da Noruega foi acusado de assédio sexual e estupro, entre outros crimes.
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