É o filho dela de 14 anos, um baterista dedicado que recentemente quebrou dois pratos. “Querido, estou no meio de uma entrevista e amo muito você, mas não posso fazer isso agora”, diz ela gentilmente. “Vamos pegar seus pratos, eu prometo.”
É um momento encantador e fora do roteiro que captura algo essencial sobre Hudson: fundamentado, caloroso e sempre desempenhando vários papéis – mãe, artista, estrela de cinema. E em Craig Brewerde “Canção Cantada Azul”, ela apresenta uma performance que parece o culminar de uma vida vivida sob os holofotes e à margem deles.
Embora muitos considerem o papel um retorno, Hudson não vê as coisas dessa forma. “Não gosto de ler nada porque me deixa ansiosa”, admite.
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