Enquanto assistia com Bubbie no colo (sim, ele entrou na pipoca e, sim, eu o chamei de “bad boy” mesmo sendo um menino muito bom), captei plenamente a motivação da Supergirl. Seu amor por seu companheiro leal não tem limites. Isso mesmo, Supergirl.
Assim como ela, há pouca coisa que eu não faria pelo meu cachorro. E, de forma inteligente, o filme estabelece seu relacionamento próximo desde o início. A sequência de abertura apresenta uma montagem dono-animal de estimação da qual não pude deixar de sorrir (Bubbie e eu temos um relacionamento semelhante, sem o espaço sideral e as partes de superpoder). Temos até um vislumbre de como a dupla se conheceu.
Com esse vínculo em plena exibição e com meu próprio filhote sentado comigo, era impossível não para entender por que Supergirl decide atravessar a galáxia.
Eu teria gostado do filme sem Bubbie? Claro. Mas eu teria pego Supergirl sem Bubbie aí? Digamos apenas que levarei Bubbie comigo para a inevitável sequência.
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