Mais uma semana, mais uma chance de mergulhar de cabeça nas profundezas da Nova Música de Sexta-feira.
O fim de semana está ao alcance do braço e conseguimos, amigos.
Antes de pararmos e tomarmos uma gelada, reunimos novos lançamentos musicais de destaque de aqui e em todo o país.
Aqui está o que está girando.
Antigos Mervs – ‘Tether’
Dupla WA Velhos Mervs incline-se para algo mais solto e colaborativo em ‘Tether’, um corte indie ensolarado que parece enganosamente simples. O que começou como “um riff de guitarra e um verso” ganhou forma no estúdio com Chris Collins, abrindo um refrão que a banda não conseguiria decifrar sozinha.
“Você é capaz de levar músicas para um lugar onde você nunca teria ido”, dizem eles – e essa sensação de descoberta está presente em cada refrão.
DICE – ‘Mudança solta’
A DICE continua sua mudança para um território mais brilhante com ‘Loose Change’, um hino indie eufórico que acompanha seu próximo álbum. Construído a partir de uma nota de voz e polido em Los Angeles com G Flip e o produtor Joe Chiccarelli, é ao mesmo tempo imediato e expansivo.
“Trata-se de correr riscos… qualquer um pode alcançar aquilo que almeja”, diz a banda – um mantra que fica em algum lugar entre a liberdade da viagem e a autoconfiança silenciosa.
Spacey Jane – ‘Eu nunca a vejo’
Spacey Jane entra no limbo emocional em ‘I Never See Her’, uma faixa que fica em um espaço desconfortável antes de um rompimento acontecer. Caleb Harper enquadra isso como “uma conversa que você tem consigo mesmo quando está adiando o inevitável”, e essa tensão impulsiona a música adiante.
É contido, mas pesado, combinando saudade com uma busca silenciosa por algo que ainda pareça um lar.
Genesis Owusu – Redstar Wu e o flagelo mundial
Genesis Owusu retorna com um terceiro álbum que parece urgente e expansivo, mesclando neo-soul, synth-punk e deep funk em algo inquieto, mas controlado. Redstar Wu e o flagelo mundial inclina-se para a dualidade – caótica e precisa, sombria e eufórica – enquanto Owusu processa um mundo fraturado em tempo real.
“Senti que tinha algo importante a dizer… quase por necessidade”, explica ele, canalizando a ideia de Nina Simone de que os artistas devem reflectir a sua época.
FISHER & Tones And I – ‘Favor’
‘Favour’ vê FISHER e Tones And I colidirem em modo festival completo – um corte de tech house já preparado para pisos globais. Apresentada pela primeira vez para grandes multidões em São Francisco, a faixa combina os instintos club de FISHER com o toque pop de Tones.
É grande, imediato e projetado para causar impacto – o tipo de momento cruzado que parece menos uma surpresa e mais uma inevitabilidade.
Memphis LK – ‘Fora do meu corpo’
Memphis LK alcança a transcendência total da pista de dança em “Out My Body”, uma faixa eufórica com DNA trance do início dos anos 2000. Foi construído para a liberação – física e emocional – capturando “a sensação de pura euforia… onde você pode se libertar do estresse da vida”.
Nostálgica, mas voltada para o futuro, ela reforça sua capacidade de transformar a vulnerabilidade em algo comunitário, suado e barulhento.
Youngn Lipz – canções de amor para as ruas (EP)
Youngn Lipz afia sua pista de R&B melódico em Canções de amor para as ruasequilibrando a introspecção noturna com o polimento pronto para as paradas. A faixa Focus ‘Miss Independent’ carrega essa dualidade – confiante, mas reflexiva.
“A faixa fala sobre como se mover de forma independente… e superar o ruído externo”, diz ele. É uma evolução constante, em vez de um pivô, reforçando seu lugar no centro do crossover R&B moderno de Sydney.
Jaguar Jonze – ‘Nu’
Depois de dois anos afastado, Jaguar Jonze retorna com ‘Naked’, uma reintrodução lenta que usa a vulnerabilidade como força. Escrita durante um período focado na saúde, a faixa explora a eliminação de camadas de identidade e o recomeço.
“Há liberdade em simplesmente existir dentro [our bodies]”, diz ela – uma frase que enquadra a intensidade tranquila da música e sinaliza um capítulo mais autoconfiante pela frente.
JESS MACC – SEXO, MEDICAMENTOS E TERAPIA
Depois de décadas atrás das câmeras, JESS MACC dá um passo à frente com uma estreia que parece tudo menos hesitante. SEXO, MEDICAMENTOS E TERAPIA baseia-se em anos de experiência vivida, unindo a coragem do country alternativo ao lançamento do rock indie.
“Essas músicas ficaram em segundo plano por muito tempo”, diz ela – e esse acúmulo lento dá peso ao disco, aterrissando como um arquivo pessoal finalmente trazido à luz.
LXRP – ‘Pinata’
LXRP retira as coisas de ‘Pinata’, uma gravação lenta pós-punk que troca a urgência por algo mais persistente e não resolvido. Construída em torno de uma imagem aparentemente simples, a faixa mantém uma saudade de anos.
“Pensei nisso no trem”, diz Mish Furner – um detalhe que combina com a dor silenciosa e observacional da música. É um dos momentos mais expostos até agora e facilmente o mais comovente.
CYCAD – SCOUCH
Álbum de estreia do CYCAD SCOUCH parece uma banda se expandindo em tempo real. Escrito ao longo dos anos, mas realizado em um estúdio focado, é ao mesmo tempo reflexivo e exploratório.
“Todos eles receberam o tratamento que achamos que mereciam”, dizem – e esse cuidado fica evidente na produção em camadas e nas mudanças de humor. É uma primeira declaração confiante de um grupo que ainda está tentando descobrir até onde pode ir.
Para mais músicas novas – fique atualizado Mixtape de Happy.
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