A economia criadora está a entrar numa nova fase em que a propriedade do público, e não apenas o alcance do público, é o principal motor do crescimento. As plataformas sociais continuam a ser críticas para a descoberta e a escala, mas os seus modelos de partilha de receitas e o controlo sobre as relações com o público limitam a quantidade de valor que os criadores podem capturar. Como resultado, os principais criadores estão cada vez mais buscando estratégias de expansão lideradas por IP que vão além do conteúdo social, chegando a podcasts, TV, eventos ao vivo, mercadorias e plataformas que os criadores possuem e controlam.
À medida que os limites entre o entretenimento social e o tradicional se confundem, as plataformas enfrentam uma escolha estratégica: evoluir para parceiros de longo prazo, permitindo o controlo da publicidade, o acesso a dados e a infraestrutura, ou correr o risco de serem reduzidas a canais de distribuição dentro de franquias de criadores.
Este relatório fornece uma estrutura conceitual para identificar e dimensionar criadores com potencial de franquia. Ele também fornece táticas para maximizar as oportunidades de franquia de criadores e se adaptar às mudanças que isso causará na indústria do entretenimento.
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