Quando foi anunciado na sexta-feira passada que O príncipe Andrew perderia seus títulose não seria mais chamado de duque de York, um motivo importante foi o desejo do palácio de impedir que perguntas sobre André abafassem outros eventos reais.
A viagem ao Vaticano, em particular, tinha sido motivo de preocupação para o Palácio, que queria acabar com o constante gotejamento de manchetes negativas sobre o príncipe André, que ameaçavam ofuscar o trabalho do rei e de outros membros da realeza.
Mas, em vez disso, houve uma enxurrada de novas revelações sobre Andrew e seu relacionamento com o agressor sexual Jeffrey Epstein.
A pressão intensificou-se ainda mais sobre Andrew com a publicação das memórias póstumas de Virginia Giuffre, nas quais ela alega que foi forçada a fazer sexo com a realeza na casa de Ghislaine Maxwell quando ela tinha 17 anos. Andrew sempre negou qualquer irregularidade.
O Palácio vai querer mudar o foco para esta visita que considera um momento “marco”, e a declaração do porta-voz do Rei não faz referência a quaisquer dificuldades familiares, mas antes aborda estes “tempos de grande desafio global”.
“Raramente foi tão importante para as comunidades cristãs em todo o mundo unirem-se na fé e na comunhão com os nossos parceiros.
“Isto proporciona um baluarte contra aqueles que promovem o conflito, a divisão e a tirania, e apoia o nosso trabalho conjunto em harmonia para proteger a natureza, a criação de Deus”, disse o porta-voz do rei.
Como governador supremo da Igreja da Inglaterra e defensor de longa data da construção de pontes entre religiões, esta é uma visita de grande importância pessoal para o rei.
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