Nova Música Latina é uma compilação das melhores novas músicas e álbuns latinos recomendados por Painel publicitário Latim e Outdoor em espanhol editores. Confira abaixo as escolhas desta semana.
Maluma, Kany García, “1+1” (Paris LG LTD/Sony Music Latina)
Maluma e Kany García unem forças nesta vibrante e delicada faixa de salsa sobre experimentar o amor e o desejo ao máximo, sem restrições. As vozes da superestrela colombiana e da cantora e compositora porto-riquenha brilham juntas e individualmente nesta espécie de jogo de sedução, onde se encorajam mutuamente a “fazer o que o seu coração manda” e “deixar a culpa fora da sala”. Escrita e produzida por ambos os artistas junto com Rafael Arcaute, Ily Wonder, MadMusick, Jonathan Rivera e Richi López, a música é acompanhada por um pitoresco videoclipe filmado em Medellín e dirigido por Stillz. – SIGAL RATNER-ARIAS
Pipe Bueno, Jessi Uribe, Paola Jara e mais, “El Aventurero en el Cielo” (Yeison Jimenez)
Colômbia ainda está de luto pela amada música popular artista Yeison Jimenez, cuja jornada vibrante terminou cedo demais em um acidente de avião devastador que também ceifou a vida de outras cinco pessoas em 10 de janeiro. Embora artistas de todo o mundo tenham prestado homenagem a Jimenez, incluindo Bad Bunny durante um de seus recentes shows em Medellín, os colegas de Jimenez honram seu espírito, vida e legado com a homenagem sincera chamada “Aventurero en el cielo” – inspirada em sua canção atemporal “Aventurero”.
Tecido de tristeza, amor e lembranças queridas, o dedilhar familiar dos violões carrega a despedida agridoce de um amigo e de seus devotados companheiros de equipe também falecidos: “Meu Deus chamou o aventureiro/ Com boas botas, cavalo e chapéu/ Eu sei que você já tem os anjos cantando/ E sua equipe conquistando o céu”. Escrita por César León e Simón Escobar Uribe, a canção reúne um notável conjunto de gigantes da música popular: Jhon Alex Castaño, Pipe Bueno, Jessi Uribe, Ciro Quiñonez, Luis Alfonso, Francy, Jhonny Rivera, Alzate, Paola Jara, Arelys Henao, Charrito Negro, Alexis Escobar e Alan Ramírez. Produzida por Yohan Usuga, esta performance coletiva captura a alma do gênero e amplifica a ressonância emocional da música. – INGRID FAJARDO
Juan Duque e Hamilton, “Botecito” (Wawatown/Warner Music Latina)
Os recém-chegados colombianos Juan Duque e Hamilton – dois dos Painel publicitário Artistas latinos para assistir em 2026 — uniram forças em “Botecito” — um bop alegre perfeito para as temporadas de primavera e verão. Produzida por Nyal, a faixa mescla os vocais suaves de Duque e os tons açucarados de Hamilton em uma melodia sensual e descontraída de Afrobeats. Chamada de “Botecito” (que pode ser traduzido livremente como barco), a faixa evoca letras sobre a falta daquela senhora especial, enquanto ela está fantasiando o mundo e aproveitando o tempo para si mesma. Segundo comunicado à imprensa, a música nasceu em uma praia da Espanha: “Sentei-me com minha equipe de composição e produção e deixei fluir tudo o que estávamos sentindo”, diz Duque. “Alegria, muita energia, como é bom estar à beira-mar, um pouco embriagado com um par de Aperol Spritz.” – Jéssica ROIZ
Oscar Maydon e J Balvin, “Poema” (Rancho Humilde/Sony Music Latin)
Brilhando com sintetizadores exuberantes e batidas rítmicas constantes, “Poema” parece um corte transversal de dreampop de nostalgia celestial. Óscar Maydon e J Balvin mergulham em um reino sonoro que é igualmente inspirado em synthwave e introspectivo, ancorando seus versos na afirmação da vulnerabilidade (“A naturalidade você foi ensinada a ser a presa / Vamos, sube sua cabeça, você tem mais que sua beleza, dale” ou “A natureza ensinou você a ser a presa / Vamos lá, levante a cabeça, você tem mais do que apenas sua beleza”). Afastando-se de seus sons característicos enraizados em corridos e reggaeton, os artistas de Mexicali e Medellín alternam entre a interação vocal suave, criando uma história de amor complexo – onde a beleza é celebrada e examinada. – ISABELA RAYGOZA
Força Regida, “tristón”
Com “tristón”, Fuerza Regida mergulha de cabeça em uma cumbia norteña lenta e encharcada de desgosto – como se tivesse sido encharcada de noites sem dormir e uma dose xaroposa de melancolia. Os pesos pesados de San Bernardino canalizam a dor do amor não correspondido e a confusão das ilusões quebradas através de acordeões chorosos, guitarras afiadas e a pulsação constante de um tololoche. Parece uma confissão bêbada – do tipo que começa silenciosa, mas acaba muito real: “Se não fôssemos nada, por que tudo dói?,” eles cantam em espanhol, jogando sal na ferida. O arranjo despojado deixa a emoção bater forte, e no final vem uma reviravolta inesperada: uma voz feminina solta a bomba com: “Oh, meu Deus. Ele sabe sobre você. Não é tão fácil, tenho uma família.” Fuerza Regida combina com maestria desgosto e rumores perigosos em uma faixa emocionante. – RI
Alexander Acha, “Te amo – Versão maricahi” (Star Media Consulting)
Sem dúvida, “Te Amo” é uma das canções de amor de Alexander Acha que nunca sairá de moda no pop latino. Depois de experimentar nos últimos dois anos a música regional mexicana – criando colaborações tropicais com o Grupo Cañaveral e Los Socios del Ritmo, e até faixas nortenhas com Alfredo Olivas – Acha decidiu dar um novo toque ao seu hit 16 anos após seu lançamento original, imbuindo-o com um alegre som mariachi com trompetes, guitarras e guitarrones clássicos. Mas ele faz isso de um jeito único, sem perder a essência romântica, bem a tempo do Dia dos Namorados. – TERE AGUILERA
El Malilla, Lorna & Pablito Mix, “Papi Chulo X El Mali” (La Esquina Inc)
A nova estrela mexicana do reggaeton El Malilla reinventa “Papi Chulo”, uma das faixas mais icônicas da música urbana latina da primeira década dos anos 2000 e uma das canções panamenhas mais dançadas de todos os tempos. Ele faz isso ao lado de sua intérprete original, a cantora panamenha Lorna – uma pioneira do reggaeton em seu país que transformou sua música de rua em um sucesso em 45 países – e Pablito Mix, o primeiro ídolo mexicano do reggaeton. O resultado desta colaboração multigeracional e bicultural é uma faixa dinâmica e contagiante que conecta o legado do reggaeton global com uma nova onda do gênero urbano no México, mantendo ao mesmo tempo suas raízes dançantes, projetada para levar as gerações jovens a “perrear” (twerk) na pista de dança. – NATÁLIA CANO
Sahir Montoya & Juanchito, “Mi canción” (FONO)
Saindo da cena “bélico indie”, Sahir Montoya vem evoluindo seu estilo dentro do gênero. Desta vez, acompanhado pelo colega Juanchito — outro jovem talento que já colaborou com Tito Double P, Adriel Favela e Netón Vega. Juntos, eles apresentam esta faixa em estilo sierreño, com guitarras, baixo, contrabaixo e acordeão essenciais que acentuam o sentimento de esperança em uma história de crescimento pessoal. – TA
Pedro El Rapero, “Donde Quiero Estar” (Pedro El Rapero)
Pedro El Rapero apresenta uma doce canção urbana sobre a descoberta do amor, contada a partir de uma perspectiva honesta e inocente. Aos 14 anos, o jovem venezuelano continua a trilhar seu caminho como rapper e cantor, desta vez com letras adequadas à idade, escritas pelo próprio artista (nome verdadeiro: Pedro Yépez) junto com José Díaz. “Donde Quiero Estar” é acompanhado por um colorido videoclipe filmado em Teotihuacán, no México, no qual o artista é visto voando com uma garota em um balão de ar quente. –SRA
Confira mais recomendações latinas esta semana abaixo:
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